Quem sou eu

Porto dos Casais, Ryo Grande do Sulm, Brazil
Ex cortesã de antigos cassinos e casas de tolerâncias, Miss Sedução 1988, e agora, blogueira e comentarista sexual. Acho pertinente! ALERTA: ESTE BLOG OBEDECE AO PSEUDÔNIMO DE JESEBEL DES'REE, UM PERSONAGEM TOTALMENTE FICTÍCIO, BEM COMO SUAS NARRATIVAS E INTERVENÇÕES. DEDICAM-SE DESCULPAS A QUALQUER PESSOA QUE SE SINTA OFENDIDA COM SEU CONTEÚDO. OBRIGADO PELA VISITA E COMPREENÇÃO!

sábado, 18 de abril de 2009

O filho do pedreiro...

Pequenes! Essa história que vou compartilhar com vocês agora é bastante delicada pois envolve uma pessoa que atualmente é seguida com devoção por milhões de pessoas no Brazyl. Talvez nem devesse escrever, mas, agora, já é tarde de mais. Já comecei. Minhas mãos não param de digitar.
Era inverno de 1988, e eu me encontrava no interior de Minas Gerais, visitando alguns sindicatos de cafeicultores (ex fazendeiros falidos), para tentar reerguer a Ouro Verde como fazenda. Pensei em transformá-la em uma casa de tolerância de lusho, mas há tempos essa região andava desvalorizada por conta do plantio da soja e não seria tão fácil trazer de volta os compradores (como fiz em Ribeirão), por conta de algumas xoxotas virgens, vinhos baratos, e música de bordéu. Nem leilão do edy de algum varão corrompido seria suficiente (sim, porque essa gente da "fazenda" adora "fazer" um cu). (Ouqueyn, desculpem o trocadilho.) Até porque, morei muito anos na eurásia.
Bem. Não era nada fácil recuperar o solo do café. Tentamos o sistema de irrigação de três campos, mas além de demorar muito pra terra ficar pura outra vez, gastava muita água e necessitava de muitas cabeças de gado para fazer a repastagem. Não deu certo.
A semente da soja é incrível. Pega fácil fácil e cresce rapidamente. Mas Precisava de terra fofa. E o café cria raízes muito profundas, difíceis de serem extingüidas. Porém haviam profissionais no interior de Minas Gerais que sabiam como fazer essa metamorfose do húmus.
Todavia o que me interessava mesmo era um bela reforma naquele palacete...
...
Depois de alguns meses viajando por Minas Gerais, cheguei à cidade de Formigas, na minha última esperança de encontrar um plantador que ao menos tivesse todos os dentes na boca!
Fiquei hospedada em uma pousadinha com aquele climinha "caseiro" (tenho pesadelos até hoje só de pensar nisso), enquanto planejava as novas entrevistas. Em uma tarde, lá estava eu, apenas calada, sentada à varanda do casario, aproveitando o sol morno daquele dia não tão frio, quando eis que ELE surge.
Rosado porém de tez azeitonada, olhos cor de mel, cabelos negros caídos nos ombros, suarento, vestindo apenas uma bermudinha de tergal e sandalinhas franciscanas empoeiradas, carregando algumas táboas nos ombros torneados, entretanto, com um suave sorriso nos lábios...
Era o filho do pedreiro mais conhecido da região. Estavam lá para operar uma pequena reforma na estalagem. Observei aquele vai e vem por alguns dias, e fui trocando olhares e sorrisos com o menino sempre naquela varanda. O rapazote contava com 16 lustros de idade naquela época mas já aparentava ter mais de 20. Ele sempre me acenava com respeito por imaginar que, se eu não fosse uma bela viúva (pela 4ª vez) muito rica, se tratava certamente de alguma artista de "Belzonte". Mas por trás de toda aquela pureza, eu farejava o cheiro escrotal da sua malícia...
Precisava possuí-lo!
Testá-lo!
Estava tão absorta em recuperar a Ouro verde que não vi como os anos haviam passado de pressa desde que eu voltara de Viena.
Não tive mais dúvidas! Ofereci emprego à toda sua família e os levei junto com minha comitiva para Taubaté, onde se situava a minha preciosa fazenda. Motivo: Reformar o palacete!
Em uma noite de temporal (alô Monteiro Lobato! Saudades de nossas conversas ao pé do fogo lá em Taubaté! Alô Veríssimo Filho! Saudades da nossa personagem, agora já falecida, a velhinha de Taubaté!), tivemos um queda de luz. Fiquei assustada com toda aquela escuridão e corri para a escadaria da varanda de entrada. Quando dei por mim, estava ensopada, e pega completamente nua se não fosse a fina e trasparente camada do meu "penoir" de seda pura à cobrir minhas carnes...
Ao me dirigir de volta para dentro da mansão, eis que surge o meu rapazinho, tão molhada quanto eu, e quase tão desnudo quanto eu pois levantara-se correndo ao escutar meus gritos.
"A Madame está bem uai?"
"Já vou dar um jeito na luz!"
Fiquei em silêncio saboreando aqueles momentos onde ele tentava não olhar para meu colo e ventre. Fiquei entumescida e úmida. Mas não de frio e nem por causa da chuva...
Peguei em sua mão e o levei até meu quarto.
Ele disse, "mas e se mamãe nos descobre?".
"Se alguém escuta?"
Na terceira pergunta já estava com seu membro duro dentro da minha boca.
Mas tal qual minha surpresa, ele não quis tocar em meus segredo pubiano. Levou seu falo ao meu ânus e quando tudo estava consumado, olhou para o crucifixo encima da cabeceira e se pôs à chorar. Antes de sair do meu ninho, com um estranho brilho no olhar, segurou em minhas mãos e me agradeceu por me mostrar o "caminho para a salvação".
...
A Ouro Verde decretou falência algumas semanas depois.
A reforma nunca fora concluída.
Tampouco recebera a minha tão sonhada festa de inauguração.
Eu estava sosinha outra vez.
...
O rapaz mudou-se, naquele mesmo ano, para o seminário da Diocese de Taubaté e formou-se teosofista e padre católico apostólico romano do sagrado coração de Marya.
Hoje ele é conhecido como o padre mais gostoso do Brasyl. Mas não posso dizer seu nome porque tenho medo de ir pro beleléu quando falecer!
Então deixo a fotinhom do santo homem ^^

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